29 de mai de 2006

Código da Vinci



Este fim de semana fui ao cinema com minha amiga assistir ao tão esperado "O Código da Vinci". Ao chegar no Boubon Country, mais precisamente no segundo andar, me deparei com uma fila quilométrica que mais parecia a fila de espera para entrar em uma festa no fim de semana. Juro que não imaginava que o filme ia ser tão assistido assim naquele dia. Se bem que devo levar em consideração a polêmica que o filme trás e o fato de o Iguatemi não possiur mais cinemas devido aos fatos abafados pela mídia, tais como sequestros.

Chegando ao guichê de ingressos, imploramos ao balconista para que transformasse um dos dois últimos ingressos, que era de meia entrada, em entrada inteira. Ok. Com os dois últimos ingressos na mão seguimos para a nossa longa espera na fila quilométrica.

Tic Tac, Tic Tac...

Após duas horas e meia de filme completamente hipnotizante, sai do cinema arrependida de não ter lido o fim do livro, e ao mesmo tempo, surpreendida com o final inesperado. Porém ao contrário de muitas pessoas não saí com dúvidas em relação à minha fé, e sim com dúvidas em relação a minha religião de batismo, já que não à pratico, com dúvidas em relação à igreja e suas mil frescuras sem sentido.

No churrasco que teve no dia seguinte na casa da minha tia, eu e minha família começamos a debater religião. Minha tia ficou revoltada dizendo que eu e minha prima somos muito descrentes pelo simples fato de que concordamos com a mesma questão: "Nós acreditamos que a história de que Jesus teria se casado com Maria Madalena e que esta teria concebido filhos seus com a possibilidade de existirem descendentes vivos aqui na terra ainda hoje, pode sim ser verdadeira. E assim como é mostrado no filme, acreditamos que Jesus pode ter sido sim um homem normal como qualquer outro que fazia o bem, e não um superpoderoso. Tanto que essa história de ressurreição aí é muito estranha." E outra, páscoa mesmo eu só não contesto o coelho e os ovos de chocolate, pois o resto pra mim é duvidoso".

Na boa, por que as pessoas rezam pra santos se eles são pessoas normais? E se eram pessoas normais como então podiam fazer milagres? É de se repensar isso heim! Não seria muito injusto exigir tal perfeiçãio de um cara normal com Jesus. Tudo bem que caras como ele hoje em dia não se vê mais, mas um dia esse cara perfeito existiu.

No final no filme Langdon questiona Neveu com uma frase maravilhosa. Ela questiona ela se ela preferia manter a fé que as pessoas tem, ou se ela renovaria a fé? O que você faria? A minha fé já está sendo renovada pelo livro e pelo filme, só espero que possa realmente se provar algo a partir dos estudos que certamente virão em cima deste polêmico tema que reconstruiria ou reconstruirá a história da humanidade.

Vai ai uma frase que li esses dias nuns rabiscos do meu irmão: JAMAIS CRUZE OS BRAÇOS, POIS O MAIOR HOMEM DO MUNDO MORREU DE BRAÇOS ABERTOS.

E uma do meu pai: JAMAIS CONTE A DEUS O TAMANHO DE SEUS PROBLEMAS, MAS CONTE AOS SEUS PROBLEMAS OP TAMANHO DO SEU DEUS.

PS: Com essas frases quero provar que minha fé continua viva, porém renovada como já falei.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Feedbacks sinceros me interessam. Go ahead!