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Mostrando postagens de Junho, 2006

Como eu queria que a vida fosse um conto de fadas...

Querem saber qual a coisa que mais detesto? Qual a atitude que mais faz com que eu tenha um nojo indescritível de um ser humano? O que me faz perder totalmente as estribeiras? Pois então eu digo. É a traição. Isso mesmo! Eu sei que muita gente deve estar pensando: "Ai que ridícula. Era isso?! Eu esperava que fosse algo menos comum, menos normal." Normal? Tem gente que acha a traição tão normal, tão rotineira, que eu chego a suportar menos ainda quem pensa assim, os chamados cornos mansos. Ai, como eu detesto cornos mansos.
Não eu não sou careta! Eu simplesmente sou normal. Quem acredita que a traição é normal, esses sim é que não são normais!!!

Essa ira toda surgiu depois que eu comecei a assistir um filme ontem à noite. O nome era "Febre da Selva". O filme tinha mais personagens que uma novela, um dos motivos que me fez desistir de assistir o filme, afinal, parecia que não ia terminar nunca, ou que, pelo menos, quando terminasse, ia ter aquela frase fatal no final..…

Ah!!! Essa tecnologia!

Não. Isso não é uma conversa de louco. Mas sim uma conversa de quem não tem nada pra fazer durante a aula. Uma conversa via MSN de duas pessoas que estão sentadas uma ao lado da outra. Ah, essa tecnologia! Ela faz com que pessoas tão próximas fiquem tão distantes!

Vai aí uma guerra entre colegas que competem para ver quem escreve a música mais cafona. Será que vai ter algum vencedor?

Tudo começou porque eu estava feliz por uma coisa idiota e expressei minha felicidade de uma maneira mais idiota ainda!

·# ·$13 _ * T@T@*_ ·# ·$(128,128,255) "Ela tem força, ela tem sensibilidade, ela é guerreira, ela é mulher de verdade"·0 diz:

eu tô feliz, lalalala, eu tô alto astral, lalalala, tô sorrindo à toa, curtindo numa boa, vou liberar geral.....(Reparem no lalalala...fundo musical heim?!)

(Fonte secreta)(Não vou entregar a pobre pessoa que se submeteu a competir comigo) diz:
pipoca uoba, comendo o dia inteiro, esparramando no seu quarto....


_ * T@T@*_ diz: (E aconversa segue mais idiota ai…

A Língua Brasileira

Estamos assassinando o Português!!! Como podemos querer aprender outros idiomas se nem sabemos falar o nosso? Tudo bem que hoje em dia saber falar outro idioma é requisito básico para conseguir empregos bons, mas o que nem os empregadores pensam ainda é que seus funcionários antes de aprenderem a falar mais do que um simples "The book is on the table", devem aprender a conjugar os verbos em português direitinho....

Imagine um empresário em uma reunião importante da empresa assistindo a um vídeo informativo quando, de repente, ele se sente incomodado por não ouvir e fala em voz alta: - " Alteia o volume!!!" Ai meus tímpanos!

Ou que tal um policial registrando um caso na delegacia? " Mas então minha senhora, me conte como foi seu ESTRUPO para que eu possa registar exatamente. Ele sim que esTRupou o idioma dele. É estupror, do verbo estuprar, filho!!!

Pior ainda se a mulher responde: - O PROBREMA seu moço é que tava escuro e.... (o poBRema querida e que você não foi…

O crime que virou lenda

OS CRIMES DA RUA DO ARVOREDO
Em 18 de abril de 1864, a polícia de Porto Alegre deparou-se com uma cena de crime horripilante: no porão da casa de José Ramos e Catharina Palse, na Rua do Arvoredo, estavam enterrados os pedaços de um corpo humano, já em avançado estado de decomposição. O cadáver havia sido retalhado, com a cabeça e membros separados do tronco, e este, por sua vez, repartido em vários pedaços. A vítima foi identificada: era o alemão Carlos Claussner, dono de um açougue na Rua da Ponte. Ao examinar um poço desativado, no terreno dos fundos da casa, a polícia encontrou os corpos do taverneiro Januário Martins Ramos da Silva e de seu caixeiro, José Ignacio de Souza Ávila, de apenas 14 anos, igualmente esquartejados. As buscas no poço prosseguiram, tendo a polícia encontrado ainda o cadáver de um cachorrinho preto, rasgado da garganta ao ventre. A motivação dos crimes era evidente: Ramos e Palse mataram para se apossar dos bens de suas vítimas, com exceção do caixeiro e do cã…

O egoísta

Durval nunca dividia nada. Ele era extremamente egoísta. Durval era um egoísta fora do comum, ele não dividia nem mesmo o banco do ônibus. Pois é, quando o ônibus estava lotado ele nunca entrava. Nos horários de pico ele nem se quer cogitava a idéia de pegar um coletivo. Por sinal, a palavra coletivo causava uma certa náusea em Durval. Quando ele avistava um banco de dois lugares vazio ele logo ocupava o acento do lado com uma mochila, um casaco ou seja lá o que for que ele estivesse carregando consigo.

Em casa todos já haviam se acostumado com as manias de Durval, apesar de excêntricas. Mas um dia, Durval recebeu uma notícia avassaladora que iria mudar para sempre sua vida. Ele ia ser pai. E de uma menina.

A partir daquele momento ele passou a visualisar cada momento de sua vida. Ele imaginava o bebê chorando e a mãe acordando para cuidar dele. Primeiro ponto: ele ia ter que dividir a atenção da sua esposa com bendito fruto do ventre dela. Segundo ponto: até uns nove anos de idade a c…

Superstições...

Fonte: O Guia dos Curiosos

Superstições:

Pé Direito - Devemos sair de casa, levantar da cama e entrar em qualquer lugar, sempre com o pé direito, para evitar o azar. Borboleta- Ver uma borboleta voar dá sorte para o dia. Gato - Se tivermos um gato e formos mudar de casa, é bom passar manteiga em suas patinhas, para que ele não volte para a casa antiga.(Essa eu não sabia)
Gato Preto- Na idade média, acreditava-se que os gatos eram bruxas transformadas em animais. Por isso a tradição diz que cruzar com gato preto é azar na certa. Os místicos, no entanto, têm outra versão. Quando um gato preto entra em casa é sinal de dinheiro chegando.
Sal Grosso - Deixar um copo de vidro cheio de sal grosso no canto da sala, traz sorte.(Mas avacalha com a decoração né?)
Bolsa no chão - Não podemos deixar a bolsa apoiada no chão se não quisermos perder dinheiro. (Pra que arriscar né? O dinheiro tá curto!)
Escada -Nunca devemos passar por debaixo de uma escada. É mal sinal na certa!
Vassoura - Para dispensar um…