11 de ago de 2006

Pra tudo há uma resposta

Lixo sem lixo

Fui abordada na rua por um guardinha de uma escola. Ele me disse para que eu não jogasse o meu chiclete na calçada. Eu respondi: - Tudo bem, desde que você coloque lixeiras nas ruas, eu não colocarei meu chiclete nas calçadas, porque na minha bolsa é que não vou guardar ele. E saí. Essa função não é dele. Muito menos minha, foi mal.

Agradecendo à gentiliza!

Eram 23 h. Eu estava na parada de ônibus próxima à minha faculdade. A parada estava lotada. Normal. Em horário de saída das aulas é assim mesmo, um ônibus de 20 em minutos se duvidar.


O ônibus finalmente chega. Vai lotar. Lombas? Pra subir é brabo eim?! Como de costume, eu tento ir mais pra frente pra tentar subir no ônibus antes de algumas pessoas que possivelmente possam sentar-se em um lugar onde minha bunda estaria bem acomodada. Uma moça um pouco grande para os lados começa a me xingar: " Quer passar na frente? Passa. Tem gente que não pode esperar." Eu olhei pra trás e falei: "Obrigada". Ela me questionou: "Obrigada por quê?". "Por me deixar passar na tua frente, ora."Subi no ônibus. Eis a vantagem de eu ser pequeninha (e não grande pros lados) , facilita minha intromissão na frente dos outros.


Já dentro do ônibus, aquela gritaria por causa da superlotação, e eu sentada num banco destinado aos velhinhos, já que os outros estavam cheios. Calma gente, eu não sou tão sem coração assim. Se tivesse um velhinho eu cederia meu lugar certamente, mas pelo menos até agora eu não vi nenhum velhinho universitário aquela hora no ônibus. A moça simpática subiu e teve a audácia de me dirigir a palavara ostentando um olhar ameaçador. Ui que meda balofa!"Qual a diferença de subir antes ou depois? Todo mundo entra no ônibus do mesmo jeito." Ela me olhou com um olhar triunfante, então. Acho que ela pensou que eu iria me calar diante da afirmação tão óbvia dela. Pelo contrário, reagi. Odeio ficar quieta. Mesmo que eu esteja errada insisto até o fim. "Se tu não sabe a diferença eu te explico. Entrando antes eu consegui um lugar pra me sentar, e tu não. Mas se tu quer ficar de pé, não tem por que se importar por eu passar na tua frente né, amada?! " Ela saiu bufando, e falando, blá, blá, blá, sem párar. Ô vitrolinha chata eim. Vai de pé e cala esse trombone troxa! (isso eu não falei, eu sei manter a classe...às vezes)

Moral: Até quando estamos errados podemos sair por cima. Aprendi isto com algumas gurias que se acham as coelhinhas da palyboy.

5 comentários:

  1. mal educada, intromedita!!!!
    iuahiauhauihauihiahiauhauiauihaiauaihauihauihiahiahihauiahiahuihaihaiuuiahiahiahahiahihaiahiauhiahihaiaia

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  2. Volta já pra Unisinos, o Ipa tá com más influências. hehehe Logo abaixo tem uma ótima seleção do frases e poemas do Quintana e chego o topo da página e tem estas histórias. Sem comentários hoje. Estou de protesto!

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  3. iaiii barrakeira.. aidna vem no blog falar dos barracos que faz na rua... Bem vilera mesmo eauieahae
    e ainda nao t esquece, lixeira é com a gente!! então nao reclama com o guarda se nao se fudemo eheheh
    e outra, dexa de se porca, come o chicle até chega em ksa eheheheh
    bjosss

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  4. ééé´barraco...
    Maria do Bairro, não pode nem, andar de ônibus..
    coitada da senhora Obesa euiahaeui

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  5. bem coisa de Tássia meeeeesmo

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