Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Janeiro, 2007
Não sei por quê, mas hoje, dia 29, 11h30, numa manhã de muito sono, mas muito sono mesmo, me lembrei de dar uma olhadinha no meu blog, e pra minha surpresa li um comentário que não era do Tiago, do Rapha, da Thais ou da Simone. Era de um Israel.

Primeiro gostaria de contar pra ele, caso ele volte a dar uma espiadinha nesse simples blog de uma mera estudante de jornalismo desconhecida, que eu também acho tosca aquela maneira de escrever. Mas vou explicar-lhe porque escrevi assim, dessa maneira típica de uma patricinha fútil. É que aquele "poema" que está escrito bem acima do meu blog não cabia no espaço determinado de jeito nenhum. Sempre ultrapassava o limite de caracteres. Então o único recurso que tive para mantê-lo na abertura no meu blog foi abreviar todas as palavras possíveis. Sendo assim entendo a reação dele ao achar que meu blog poderia ser uma merda, pois além de ter um texto escrito daquela maneira, ainda era rosa! Mas admitam, a mensagem que o texto passa é boa. N…

Problema: a psicóloga ou eu?

Faz exatamente um ano que tive meu primeiro "surto" depressivo. Nem ao menos sabia o que era depressão, até me estressar com um motivo pessoal, uma decepção. Eu chorava sem parar dia e noite, não tinha vontade de fazer nada, não conseguia trabalhar e nem fazer nada que eu gostava, não comia (emagreci cinco quilos em três dias) e achava que era o fim do mundo.

Sem condições e vontade de ir a um psicólogo particular, passei a tomar Fluoxetina (acho que é assim que se escreve), um antidepressivo. Passado algum tempo, um bom tempo, decidi parar de tomar aquela droga que me fazia tão bem. Isso mesmo, ela me fazia ficar feliz por alguns momentos e fingir que nada estava acontecendo ou tinha acontecido. Depois de mais um bom tempo, decidi que deveria ir a um psicólogo que tinha no convênio empresarial do meu pai, ver qual era o meu problema. Eu não sabia mais quem eu era. Perdi minha personalidade. Me tornei fraca, mesquinha, chorona e besta!

Primeira consulta. Uma loirinha baixinh…
A COISA

Uma noite dessas acordei para ir ao banheiro, abri a porta, e o que vejo? Uma barata. Uma imensa, preta e repugnante barata. Sim, repugnante é a palavra quase perfeita. Não mais que asco. Se era voadora não sei, espero que não, porque se fosse e tivesse voado acho que a vizinhança inteira acordaria com meus gritos e pensaria que alguém estava sendo violentado. Os gritos seriam ainda maiores porque a barata não era uma simples e mediana barata marrom, Era uma gigantesca barata preta.

Estava braba com meu namorado, mas não exitei ao gritar seu nome para que viesse me socorrer desse apuro. Como homem só se faz de durão, percebi que ele tinha tanto nojo da bichana quanto eu, tanto que ao invés de pegar suas havainas branquinhas e grandes pra matar A COISA, ele pegou minhas havainas pequenas, velhas e chamativas. Ainda teve a audácia de inventar que não tinha mais nada ali. "Tu só pode ser cego, ou tá se fazendo porque é um baita cagão". Tudo bem, acho que meu pai e meu ir…
Que Salsinha o quê, ela quer é uma Pimenta Malagueta!

Mulher é um bicho triste mesmo. Ela pode estar vivendo com um cara lindo, em um relacionamento estável, sem brigas, sem desentendimentos, pure love. Mas, ela não vai estar plenamente satisfeita. Alguma coisa ela vai achar nele que a incomode. Talvez nem seja nele, seja nela. Ela sempre vai sentir falta de um temperinho. Na verdade, ela não vai querer um temperinho qualquer, não é uma salsinha qualquer que vai satisfazê-la. No fundo ela quer mesmo é uma pimenta, daquelas bem picantes e bem raras, uma Pimenta Caiena. Falando nossa língua: o que é fácil ela não vai querer, ela vai querer o mais difícil. Ou seja, o platônico. Dá pra começar a me entender?

Toda mulher sonha com uma grande paixão. Uma paixão arrebatadora; daquelas pra não se esquecer nunca mais; que provoca suspiros involuntários; que tira o fôlego só de lembrar; que faz ela se aventurar fazendo coisas escondidas; que faz ela arder de desejo e de amor. Não precisa ser uma …