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Mostrando postagens de Abril, 2008
Um anjo que caiu do céu

Minha mãe é um anjo. Um anjo que Deus deixou cair do céu por engano. Sorte minha! Acho que, quando Deus deixou ela cair de uma nuvem, ele deve ter se arrependido profundamente, pois perdeu sua grande “funcionária”. Mas, quando viu que ela tinha caído para uma missão complicada que só ela poderia cumprir, decidiu deixá-la aqui por um tempo indefinido, pois sabia que mais tarde (bem mais tarde ouviu Deus?) ela voltaria com o tema de casa feito.

Bom, de anjo da guarda ela virou mãe. E que mãe! Mas, graças a Deus, ela não se tornou apenas minha mãe. Ela se tornou a melhor amiga que alguém pode ter. A melhor companheira. A melhor companhia (é minha parceira de academia, de passeios, de novela, de fossa, de indiada). A melhor! Às vezes, fico com uma baita pena dela. Porque quando eu digo que ela aguenta e engole muito sapo eu tô falando sério. Sério mesmo! Odeio saber que ela nunca é recompensada por nada de bom que ela faz. Até eu me sinto injusta com ela. Afinal, nã…

Sexo frágil? Que nada!

Os movimentos feministas foram de extrema importância para que as mulheres conquistassem a igualdade de direitos com os homens. Tanto que, no meu ponto de vista, atualmente, as mulheres têm superado eles em muitos aspectos. Há empresas nas quais o número de mulheres é superior ao de homens pelo simples fato de que elas têm se mostrado mais eficientes que eles em vários setores.
Na escola, as professoras sempre fizeram questão de mostrar como as meninas (salvo exceções) eram caprichosas, organizadas, estudiosas e inteligentes enquanto os meninos eram o extremo oposto (salvo exceções também). Todos aqueles elogios não poderiam ser em vão. E não eram. Nós mulheres sempre soubemos aproveitar as oportunidades. Semeamos bastante e agora colhemos os frutos de nossos esforços.
Hoje somos independentes e modernas, mas ainda conservamos o romantismo, a delicadeza e a vaidade. Agora que conquistamos nosso espaço, temos que fazer o que sabemos de melhor: mostrar o quanto podemos ser iguais e superi…

Já virou rotina...

O mistério que envolve a morte de Isabella Oliveira Nardoni, de 5 anos, tem abastecido a mídia desde o dia em que aconteceu a tragédia. Por enquanto, o principal suspeito do homicídio é seu próprio pai. Acredito que, antigamente, os pais eram os últimos suspeitos num caso como esse. Mas, diante da brutalidade que tem permeado a sociedade atual, eles passaram a ser os primeiros. Os casos de crueldade contra crianças tem ganhado grande visibilidade na mídia justamente por terem sido tão freqüentes. Não acho que essas bárbaries sejam características de um país pobre como o Brasil, afinal, por aqui ainda não há atiradores dentro de escolas e universidades prontos a aniquilar a turma toda. AINDA! Eu acho que isso tem a ver com a sociedade como um todo. Com a aceitação dos fatos sociais como naturais, comus e corriqueiros.Infelizmente, estamos acostumados com notícias desse tipo e, talvez, não consigamos mais ficar tão chocados. Afinal, todos os dias de manhã eu já abro o jornal esperando p…

No Hall da Fama

A notícia é: "Uma fã japonesa desembolsou 52 mil dólares (cerca de 90 mil reais) em um leilão para conferir o filme Sexy in the City. Além disso,vai ganhar um par de sapatos Jimmy Choo - grife que já foi usada por Carrie na série - e conhecer a atriz Kristin Davis, a Charlotte." Se o ponto final da notícia fosse aqui, provavelmente, eu iria escrever um longo texto crítico do tipo: "Essa japonesa não sabe que pode doar essa grana toda para instituições de caridade?" Mas a boa notícia é que "a loucura foi por uma boa causa, já que o dinheiro irá para a organização de caridade Oxfam." Bom, diante dos fatos, se eu tivesse essa grana pra gastar e se ela fosse além de um surto de fã, ou seja, se fosse revertida para um bem maior, eu não me contentaria em apenas ver um filme.

Para escrever sobre essa pauta estive pensando se eu tenho algum ídolo. Puts! Eu não me lembro de chorar e colocar faixa na cabeça nem pela Xuxa quando eu era criança, agora então é ruim hei…

Sem descer do salto

Conforme o dicionário, chique significa: elegante no trajar e nos modos.elegância significa: distinção de formas, de maneiras; delicadeza de expressão. E moda é: forma passageira e facilmente mutável de se comportar e sobretudo de se vestir ou pentear; seguir a forma de vestir mais usada; Ou seja, para ser chique e elegante basta saber se portar da maneira mais de acordo com o ambiente e pegar leve na hora de se vestir. Dica: o pretinho básico não erra.

A palavra elegância está mais associada a comportamento do que vestuário, afinal, de que adianta se vestir com toda pompa se na hora de agir "como manda o figurino" a pessoa paga o maior mico? A elegância já nasce com a pessoa, ou quem sabe se aprende numa aula de etiqueta. Nada contra estar na moda, pelo contrário, dar um Up no visu é sempre bom pro ego. Mas quem é elegante será elegante sempre, seja qual for a tendência da próxima estação. E vale lembrar que, se no seu ponto de vista, pra ser chique tem que andar na moda…