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Mostrando postagens de Janeiro, 2009

Pautas Capricho (2 em 1)

Os sapos que fiquem no brejo! Meu pai sempre tentou me ensinar que na vida a gente tem que engolir vários sapos para sobreviver. Mas eu, teimosa como sou, sempre fui relutante. Afinal, nunca fui de levar desaforo pra casa. Sei que engoli alguns, mais por fraqueza do que por necessidade, mas não acho certo enguli-los já que provocavam ânsia e desconforto. Ainda há momentos que fico com ele engasgado na guela, mas na maioria das vezes, sou um caso perdido. Respondo à altura, seja pra pai, mãe, colega, amigo, conhecido, desconhecido, chefe e até pro papa, se for preciso. Tô falando isso porque sou muito emocional, ajo por impulso, sou desbocada e até mal educada.
Conversando com meu pai sobre isso, quando ele contou justamente mais um sapo que ele teve que engolir no serviço, cheguei a uma conclusão sensata: talvez hoje eu não precise engolir sapos no trabalho, pois moro com meus pais, sou jovem, não sustento família e consigo outro emprego fácil pra pagar a faculdade. Mas, no futuro, tal…
“De tudo ficaram três coisas:
a certeza de que estamos sempre começando, a certeza de que é preciso continuar, a certeza de que seremos interrompidos antes de terminar. Portanto devemos fazer da interrupção um caminho novo, da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura, um encontro.” Fernando Sabino

Estraga Prazer

Manhã de quinta-feira. Saí da auto escola às 8h. Poderia chegar ao trabalho em 10 minutos, mas como só começava às 9h resolvi aproveitar o tempo que me restava em um dos bairros que mais gosto de minha cidade, o Bom Fim. Era o lugar perfeito para relaxar um pouco antes de começar minha rotina maçante. Ao menos, deveria ser. Sendo assim, decidi que encontraria uma boa cafeteria, tomaria o meu 1° café na rua e adiantaria a leitura do livro de uma escritora que eu iria entrevistar. Seria perfeito, um dia bonito, um bom café, um bom livro e a solidão impedindo qualquer interrupção.

Achei um lugar aparentemente perfeito. Aconchegante, bonito e tranqüilo. Ao entrar, a atendente já foi logo estragando meus planos. Tratava-se de uma mulher irritantemente simpática. Sem que eu pedisse, ela começou a me explicar o que havia de recheio em cada um dos salgados que estavam expostos, sendo que eu havia pedido apenas uma xícara de café. Ah, se ela soubesse que pouco me interessam os ingredientes desd…

2 em 1 (pautas Capricho)

Se passando por outro...No mundo virtual, existem vários tipos de "fakes". Pode ser no Orkut, no Msn, em Chats e E-mails. Também existem duas finalidades para os "fakes": bisbilhotar a vida alheia ou prejudicá-la. Quanto à bisbilhotar não vejo problemas. É natural que o ser humano seja curioso, afinal, adoramos uma fofoca. E , muitas vezes, é um meio de vencermos a vergonha pra descobrimos um pouco mais sobre pessoas que queremos conquistar de alguma forma. O problema é quando pessoas utilizam identidades falsas para se passar por outra pessoa que existe a fim de prejudicar a vida dela, seja difamando, desmoralizando-a ou interferindo diretamente na sua vida pessoal. Já vi de tudo nessa área. Vi chegarem e-mails pra homens casados de mulheres fingindo serem amantes, roubarem msn pra conversarem com os contatos daquela pessoa se passando por ela, mentirem serem outras pessoas em chats, seja por idade, sexo ou jeito, ocasionando até pedofilia ou fazerem orkuts falsos…

O cafona que, às vezes, vira fashion!

Teve um verão, aqui em Porto, em que era moda usar tamanco da Melissa, modelo Donna. O verão passou e, pra não termos que abandonar os nossos lindos e chulequentos tamanquinhos, inventamos uma nova moda de inverno. Passamos a usar eles com meias. Quanto mais coloridas fossem, melhor era. E eu, como semprei adorei invenções, não pude deixar de aderir a essa novidade. Nunca me esqueço do visu que mais gostei de usar nessa época. Coloquei minha baby look do Super Homem, uma calça jeans justa, minha Melissa Donna azul claro e minhas meias vermelhas. Eu achei lindo, super fashion e, naquele tempo, não deixava de ser. Foi um sucesso!!! Ah, mas se fosse hoje, com certeza, na rua eu seria bastante zoada por ser tão brega. Se bem que, do jeito que a moda anda, é bem capaz da onda voltar!

sexy X vulgar

Existem várias formas de uma mulher ser sensual sem ser vulgar. O que torna uma mulher sensual nem sempre é o corpo, mas sim a elegância, o olhar, o jeito de falar, de sorrir, de caminhar. Há várias mulheres sensuais que raramente vestem uma mini-saia acompanhada de um salto alto. Que são sensuais de havaianas, rabo de cavalo e regata. Que por mais simples que andem atraem olhares por onde passam. Que deixam transparecer nos seus modos e na sua personalidade um feminismo maior do que o que levam consigo mulheres bem vestidas ou bem à mostra. Conheço muitos homens que acham mais sexy uma mulher dormir com suas camisas do que de baby doll. Que acham mais sexies mulheres baixinhas ou mignons do que altas e encorpadas. Que preferem mulheres básicas à extravagantes. Mulheres que não tentam ser sexies, mas que o são por natureza. Geralmente, as mulheres que tentam ser sexies, mas são vulgares, buscam chamar atenção seja bebendo, fumando, falando alto, dançando, usando roupas pequenas demais…

Vivendo e Aprendendo

Escolhi o Jornalismo porque ele me dá a possibilidade de viver em constante aprendizado, de evoluir sempre, porque no fundo eu “só sei que nada sei”. Desde o momento em que entendi que o trabalho era a maneira que os adultos encontravam para se sustentar e constatei que eles nem sempre gostavam do que faziam, decidi que eu buscaria uma profissão que, a cada dia, me ensinasse algo prazeroso. Sim, porque acho que o trabalho pode e deve ser prazeroso. Afinal, são oito horas (ou mais) por dia dedicadas exclusivamente a isso. Então, como o Jornalismo me daria a oportunidade de aprender e ser várias ao mesmo tempo ao oferecer a possibilidade de se trabalhar para diversas mídias com diferentes tipos de informações, eu não estaria fadada a uma rotina maçante e mecânica de pagar contas e administrar empresas ou sei lá o quê. Mesmo que eu não obtivesse riqueza financeira sendo Jornalista, eu obteria a riqueza do aprendizado. Viveria em busca da sabedoria, a maior riqueza do mundo.

Trabalhei apen…

Férias pra vida toda!

Férias é uma época que amo e odeio (como quase tudo em minha vida). Amo porque não tenho que cumprir com obrigações que os outros me impõem, só com as que eu me imponho. Odeio, porque elas nunca mais foram iguais àquela que mais marcou minha ainda jovem vida. Certamente, minhas melhores férias foram quando eu tinha 16 anos. Passei em Capão Novo (como sempre), mas a grande diferença é que foram minhas primeiras férias sozinha (e da minha melhor amiga também). Imaginem só o que não são capazes de fazer duas adolescentes com dois apartamentos "de banda" e poucos parafusos na cabeça?

Foi ótimo. Nunca me senti tão livre. Sem hora pra acordar, sem hora pra dormir. 24h acompanhada por amigos. Casa cheia dia e noite. "Ficar ficando" com o mesmo amor de verão dos verões passados, mas que nunca antes foi beijado por mim e deixar de amá-lo pouco depois do primeiro beijo dado nele. Novos velhos amores de verão. Paixonites que não subiram a serra. Festas, amassos, caipirinha, vi…