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Mostrando postagens de Abril, 2009

(2 em 1) Menos violência, mais educação e Comprar nunca é demais

MENOS VIOLÊNCIA, MAIS EDUCAÇÃO!


Jovens com menos de 18 anos não podem mais ficar fora de casa após as 23 horas sem a companhia de um responsável no interior do Estado de São Paulo. O “toque de recolher” foi imposto em pelo menos seis municípios paulistas. Em todos os casos, a justificativa dos juizes é a de afastar crianças e adolescentes dos perigos das ruas.*

Proibir que os jovens fiquem na rua após às 23h com a justificativa de que assim os protegem contra os perigos da rua é a maior bobagem que já ouvi. De leis estúpidas o país tá cheio, mas pelo visto a tendência é que elas aumentem. Os perigos da rua são: drogas, violência, más influências e por aí vai. Mas desde quando esses perigos só existem à noite? Eu, na minha adolescência, estive cercada de más influências durante a manhã e a tarde. Eram drogados, traficantes e ladrõezinhos, na mesma sala de aula que eu. À noite, por sinal, eu nem os via, pois ia pras festas dançar e beijar. Outros dessa laia provavelmente deviam estar por …

Amiga invejosa, tô fora!

Qual adolescente nunca teve uma melhor amiga considerada por voto popular a mais bonita? Ela, é claro. Eu já tive três. Além de algumas amigas, mas não as melhores. Quando criança, uma das minhas primeiras melhores amigas era mais bonita que eu porque era e ponto. Na 6ª série, minha melhor amiga era considerada mais bonita porque era uma morena meio índia, com um corpão estilo mulherão, enquanto eu era um micuim. Compreensível não? Na 8ª série, minha melhor amiga se destacava, pois tinha um bundão perto do meu. Devido a preferência nacional, também entendo. E à uma outra amiga minha não tinha como ser dada uma definição menor que linda! Felizmente nunca me senti menor que elas. Até porque no campo sentimental elas não me ganhavam não. Sei lá o que as criaturas viam na sequinha aqui, mas que eu ganhava os mais lindos e populares eu ganhava! Desculpem, eu não quis me achar, mas como o meu nome é Tássia, não pude resistir né? Mas agora falando sério, por que eu deveria me sentir pra baix…

Mini-Mostrinhos!

Ok, eu sei que eu vou parecer uma ogra escrevendo o que vou escrever agora. Mas eu realmente preciso desabafar. É que há poucos minutos eu estava aqui nesse mesmo computador tentando finalizar um conto muito importante e não consegui. Isso porque, na cama atrás de mim, havia (e ainda há) uma criança com seus 5 anos eu acho (seis, ela disse seis), que não é minha filha, falando sozinha e, às vezes, comigo. Eu adoro ela, mas não gosto de ouvir a voz dela quando estou tentando me concentrar em algo que considero importante. Ai meu Deus, ela não pára de falar e agora não estou conseguindo nem escrever esssa postagem. Sim, porque eu desisti de arrumar meu conto e decidi vir aqui desabafar tamanho foi (e ainda é) meu nervosismo. Mas nem isso estou conseguindo, porque crianças falam, falam, falam demais. Socorro! Sério, ela é uma fofa, mas quando estou desocupada. Vocês me entendem??? Eu, que sou egocêntrica quando escrevo, odeio ser interrompida nesses momentos. Me irrito muito, mas guardo …

Filosofia de Boteco

Lendo o texto "Tenho medo de aranhas", no blog da minha amiga Manu (www.jornalistalsd.blogspot.com - 18/12/2007), três frases chamaram minha atenção de tal forma que me inspiraram a ponto de mereceram ser reproduzidas e comentadas por aqui. A primeira delas é "deixar-se levar pelo orgulho é como pegar um caminho mais longo ao invés de atalhar." Perfeita! Vou dar um exemplo de como ela é útil em minha vida. Quando eu brigava com meu namorado nas antigas (porque felizmente agora não brigamos quase nada), muitas amigas diziam que eu não devia ligar pra ele e blá blá blá. Eu, teimosa do jeito que era/sou, não obedecia. Dia desses, depois que acabou a aula na facul, minhas amigas aconselhavam uma outra amiga a não ligar pro ex-atual-namorado por ele ter "acabado" por e-mail com ela. Sim, porque ela não sabia se aquilo que ele havia escrito significava o fim e, portanto, queria ligar pra esclarecer a discussão. Não falei nada. Até que, ao fim da conversa, indo …

PELA OBRIGATORIEDADE DO DIPLOMA DE JORNALISMO!!! Não ao golpe!!!

Eu ia postar aqui um texto sobre esse golpe absurdo que estamos (estudantes, jornalistas e sociedade) prestes a sofrer. Entretanto, após ler vários manifestos no site da Fenaj, optei por reproduzir aqui um deles cujas palavras não podem ser substítuidas pelas minhas. Como deu pra perceber, estou apoiando a campanha pela obrigatoriedade do diploma aqui no meu blog. Peço a todos que assim como eu sejam contra essa palhaçada, entrem nesse site http://www.fenaj.org.br/diploma.php e coloquem em seus sites, blogs, cadernos, carros ou onde quiserem, os selos, adesivos e folders que estão disponíveis nele. Afinal, se o diploma realmente cair, estamos fadados a falsas informações e a matérias vendidas e distorcidas vindas de apadrinhados. Além do mais, se isso realmente acontecer, nunca mais poderemos criticar o fato de nosso presidente ser um semi-analfabeto. Esse é o nosso Brasil, em constante retrocesso! Segue o manifesto:

Manifesto à Nação

Em defesa do Jornalismo, da Sociedade e da Democraci…

A torcida mais entusiasmada, mais original e mais bem organizada do país.

Só existe um quesito no qual o Grêmio é superior ao Inter, neste penúltimo ano da década. Um único entre tantos: o Inter tem melhor time, melhor marketing, melhor estádio, melhor administração. O único trunfo gremista é a torcida Geral do Grêmio, há anos a torcida mais entusiasmada, mais original e mais bem organizada do país. A Geral do Grêmio é a grande novidade do futebol brasileiro no século 21. Mudou o jeito de torcer nos estádios do país.

A Geral levou o Grêmio ao vice-campeonato da América e do Brasil, a Geral tem impelido o Grêmio para frente temporada após temporada. Os dirigentes deveriam se apoiar nessa torcida para reerguer o Grêmio. Deveriam mimá-la, acalentá-la, trazê-la para o seio do clube. Eu, se fosse dirigente, não daria uma sala para a Geral: daria metade do estádio. Daria passagens para os jogos fora de casa. Daria galardões para seus líderes. Hoje, o que o Grêmio tem de bom está pulando na arquibancada. Hoje , só a Geral é capaz de salvar o Grêmio.


P.S: Trecho da c…

Pautas Capricho (2 em 1)

Ah, se eu tivesse um vira-tempo...
Imaginem só que coisa boa se a gente pudesse ter um vira-tempo igual o da Hermione (aquele relógio que fez ela voltar no tempo no livro do Harry Potter). Nossa, eu voltaria há várias épocas da minha vida. Pra minha infância eu voltaria só para ter tempo o suficiente pra praticar muitos outros esportes. Afinal, futebol, dança, ginástica olímpica, rítimica, ballet, jaz, strett, axé, teatro e natação ainda foram pouco pra gastar a minha energia que está em constante acúmulo. Também voltaria à infância pra poder assistir mais sessões da tarde, andar de roller, jogar botão e comer muito bolo de chocolate sem me preocupar com as calorias que neles têm. Pra adolescência eu voltaria pra..hmmm...ah, não faria muita coisa a mais não, pois fiz até demais, mas com certeza voltaria pra fazer tudo de novo. Pra uns meses atrás, nessa minha fase quase-adulta, acho que voltaria pra mudar algumas coisas relativas ao meu relacionamento com as pessoas. Tentaria ser mais …
TEMPORARIAMENTE INDISPONÍVEL

...fazendo muitos e muitos trabalhos da faculdade.

Ao fim destes eu juro que volto... = /

Geração do avesso

A professora Glaucia Teresinha Souza da Silva, 25 anos, teve traumatismo craniano e precisou ser internada após ser agredida por uma adolescente de 15 anos na segunda-feira, dia 23, em um Colégio da Zona Norte daqui de Porto Alegre. Não pretendo questionar quem estava ou não com a razão. Realmente têm professores que não se dão ao respeito e, justamente por isso, não são respeitados. Entretanto, isso não justifica agressões físicas. O que se pode concluir com esse fato é que os jovens não respeitam mais ninguém. Não são mais raros os casos de filhos que maltratam os pais, de netos que gritam ou ignoram seus avós, de esposas e maridos que se agridem física e verbalmente e de alunos que praticam algum tipo de violência contra seus professores. Há um tempo atrás, quem dava a mão à palmatória eram os alunos. Eles baixavam a cabeça pros professores tendo eles razão ou não. Hoje, são os professores que baixam a cabeça pros alunos por temerem as reações deles diante de qualquer atitude deles …

Heroína ontem, hoje e sempre.

P.S.: Já publiquei há muito tempo um texto que fala sobre a Joana D'Arc, mas vou me permitir reproduzir algumas partes nesse novo texto em virtude da pauta proposta pela Capricho. Vamos lá então...
A discriminação às mulheres teve períodos marcantes ao longo da história. Um dos mais lembrados foi a perseguição às chamadas bruxas na Idade Média, pela Igreja Católica, pela Protestante e pelo Estado. As consideradas bruxas eram mulheres que obtinham amplo conhecimento sobre plantas medicinais usando-as para curar enfermidades que ocorriam em suas comunidades. Esse dom passou a irritar os médicos que encontraram na Inquisição um bom método de eliminar as suas concorrentes econômicas, aliando-se assim a Igreja. Esta, por sua vez, perseguia as “bruxas” com o argumento de que elas representavam algum tipo de ameaça às doutrinas cristãs.
Nesse contexto político, pode-se citar como vítima a camponesa Joana D`arc, que aos 17 anos, em 1429, comandou o exército francês, lutando contra a ocupaç…