30 de abr de 2009

(2 em 1) Menos violência, mais educação e Comprar nunca é demais

MENOS VIOLÊNCIA, MAIS EDUCAÇÃO!



Jovens com menos de 18 anos não podem mais ficar fora de casa após as 23 horas sem a companhia de um responsável no interior do Estado de São Paulo. O “toque de recolher” foi imposto em pelo menos seis municípios paulistas. Em todos os casos, a justificativa dos juizes é a de afastar crianças e adolescentes dos perigos das ruas.*

Proibir que os jovens fiquem na rua após às 23h com a justificativa de que assim os protegem contra os perigos da rua é a maior bobagem que já ouvi. De leis estúpidas o país tá cheio, mas pelo visto a tendência é que elas aumentem. Os perigos da rua são: drogas, violência, más influências e por aí vai. Mas desde quando esses perigos só existem à noite? Eu, na minha adolescência, estive cercada de más influências durante a manhã e a tarde. Eram drogados, traficantes e ladrõezinhos, na mesma sala de aula que eu. À noite, por sinal, eu nem os via, pois ia pras festas dançar e beijar. Outros dessa laia provavelmente deviam estar por lá. Entretanto, eu era dona de mim e nunca me deixei influenciar.
O governo insiste no mesmo erro e parece não aprender nunca. Certos problemas a gente não vai resolver impondo leis autoritárias. Tudo começa na educação. Investir em campanhas é a melhor forma de conscientizar os jovens dos perigos que os cercam (de dia ou de noite). O problema é que nossas campanhas são mornas, sem criatividade e breves. Os publicitários não sabem inovar e ficam presos a velhos padrões que não deram e não darão certo. Sejam mais agressivos, tal qual jornalistas sensacionalistas que conseguem assustar bem mais em suas matérias por mais julgadas que elas sejam. Quem sabe unam-se a eles. Podem até ser sensasionalistas, mas pelo menos surtem efeito. A Zero Hora há pouco fez uma campanha contra a violência no trânsito muito boa. Vamos seguir o exemplo usando os veículos midiáticos que temos em nossas mãos e parar de perder tempo criando leis bestas que pouco vão ajudar na melhora dos nossos índices de criminalidade.

* Fonte: http://www.jptl.com.br/?pag=ver_noticia&id=7244


Agora, só porque eu estava soando nerd demais eu vou mudar da água pro vinho e me tornar fútil demais... Ah, eu não tenho preconceitos quanto a maioria dos assuntos. Só me nego a falar de haves e afins ok? Essa modinha eu não engulo. Sorry!

COMPRAR NUNCA É DEMAIS
Não sei quanto a vocês, mas eu adoro compras. Principalmente quando estou ansiosa, depressiva, com problemas ou feliz demais. Resumindo: compras são ideais para qualquer momento da minha vida. Não gasto com psicólogos (até porque eles nunca me entendem), mas gasto com roupas, sapatos, acessórios e livros.
Admito, sou compulsiva nesse quesito. Mas tenho uma vantagem, gasto bem. As duas únicas coisas pelas quais pago caro são sapatos e casacos de inverno. Sim, porque os baratos não duram quase nada. Já blusas, calças, saias e shorts eu compro dos mais baratos, pois como não sou riquinha, prefiro ter várias opções do que ostentar uma blusinha de marca num dia e noutro não ter o que vestir. Acreditem se quiser, mas estou longe de ser uma patricinha. Sou louca por compras, mas detesto uniforme sabe? Eu sou meio Renner, tenho todos os estilos. Simplesmente visto o que me dá na telha. Sapatilhas num dia, tênis noutro, rasetira, havainas, salto fino, cano longo. Depende do meu estado de espírito e da minha relação (quase sempre conturbada) com o guarda-roupas.
Acredito que eu não sou a única guria que pensa que não tem nada pra vestir quando abre o guarda-roupas mesmo ele estando super lotado. Tenho problemas sérios. Às vezes vejo um monte de roupas ainda não usadas no armário, mas acho que não combina com a ocasião e volto pro velho jeans e pra baby look dos tempos do colégio. Ontem mesmo fui fazer uma entrevista com dois cantores gaúchos pra um documentário e enquanto minhas colegas estava super arrumadinhas eu tava de jeans, baby look, tênis e rabo de cavalo. Isso porque simplesmente me irritei com a falta de opções no meu armário (cheio). Vai entender? Enfim, acho que o motivo principal pra compulsão das mulheres por compras é justamente achar que nunca têm roupas. Afinal, mulheres antenadas no mundo da moda, sabem que cada ocasião pede um estilo, e que só um guarda roupas estilo Becky Bloom teria tudo isso. Mas quer saber, nem a Becky fica satisfeita. Quem sou eu pra ficar então?

2 comentários:

  1. Sobre o primeiro tema,talvez até ajude um pouco mais não vai mudar tudo só com ess emedida,fazer com que menonres não saiam de madrugada!

    Já o segundo tema,admito ..adorooo comprar,mas é sempre bom ter um limite né!

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  2. Tássia, vou dar um Ctrl+C, Ctrl+V e colocar isso no meu blog!
    Fui eu quem escreveu isso! rs!
    Com direito a citar o estilo Renner e tudo!
    E achar que compra é a terapia perfeita!!! Eu chego em casa com sacolas e deixo meu dinheiro e minhas neuras todas no shopping!

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