18 de nov de 2009

Quente, Frio.

O despertador não tocou. Estou 20 minutos atrasada. Como se não bastasse, enguiçou o carro. No ponto de táxi, devido à chuva torrencial em pleno verão escaldante de fevereiro, não há um só veículo pra me socorrer. Agora, o ônibus se arrasta aos trancos e barrancos. Devo ter levantado com o pé esquerdo.

De volta pra casa, pela janela entra uma brisa que me faz lembrar do inverno. Coberta e tomando café, a saudade de uma noite fria me faz amar as pequenas coisas da vida e crêr que pra que ela não esfrie, basta que, mesmo em dias quentes, eu a aqueça e deixe apenas o vento assoprá-la.

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