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Mostrando postagens de Março, 2016

Caímos numa cilada!

Há poucos dias, li um texto que foi um legítimo chute no traseiro. Falava do quanto nossa geração está perdida, achando o máximo trabalhar no que gosta, em uma empresa com um ambiente bem bacana para encher os olhos, e repleta de benefícios paliativos para disfarçar a falta de um plano de carreira e de uma remuneração justa para seus funcionários. Algo tão óbvio tal qual uma mosca chata pousando no nosso nariz e a gente incapaz de matá-la. Pois bem, durante a leitura olhei para a minha vida e para a vida das pessoas que me cercam e me dei conta do quanto isso é verdade.

A gente ganhou a liberdade de fazer o que ama, mas depois, como bem dizia a canção do Molejo, descobrimos que “não era amor, era cilada”. Batemos o pé porque queríamos ser das Humanas. Queríamos ser jornalistas, designers, publicitários, relações públicas, artistas e etc. E fomos. Mas caímos numa armadilha ao nos iludirmos pensando que um dia iríamos ser valorizados. Ao contrário, viramos escravos do nosso próprio “amo…