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Não me peça pra pegar leve

É isso mesmo. Eu não sei e nunca soube pegar leve. Então não me peça pra fazer isso. Caso contrário, não serei eu. Defeito? Qualidade? Depende do ponto de vista, como quase tudo na vida. Pegar leve pra mim é se acomodar, não tirar o máximo proveito de mim e da vida, e isso sim pra mim é pesado. Que comecem os exemplos. Quem me conhece bem sabe o quanto sou viciada em exercícios físicos. Depois dos 30, virey gymaholic. Descobri uma disposição em mim que eu não lembro de ter tido aos 15. Mas desde criança sempre fiz muitas atividades físicas, mesmo que não com a mesma intensidade e disciplina. Comecei com ballet, e fui pro jazz e pro street, começando a me apresentar em público. Depois mudei pra ginástica rítmica seguida de olímpica, quando pude competir. Na adolescência, migrei pro futebol de salão, e meu lado pegar pesado foi aflorando ainda mais. Jogar pra mim, era entrar pra ganhar. Depois de me lesionar, fui pra natação e pra hidroginástica me recuperar. O que era pra ser fisioterap…
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O velho “Mimimi” de sempre

Apesar de não estar no dicionário, tem uma palavrinha mágica que resume muito do que penso de algumas de nós, mulheres. A palavra é “mimimi”. Juntando definições de blogueiros, escritores e até filósofos que li, cheguei à seguinte: Mulher “mimimi” é aquela que reclama constantemente, de forma repetitiva e desnecessária. Faz alarde por nada e por tudo. Tem sempre uma desculpa na ponta da língua para justificar qualquer falha sua. É extremamente propensa a crises de toda ordem. Adora uma picuinha. E, geralmente, é aquela mulher que vai vir com “mimimi” pra cima de mim porque falei apenas de mulheres, como se não houvesse homens “mimizentos”. Respira! 
Agora pense: quantas amigas e inimigas (vida longa!) você tem com esse perfil? Sinceramente, todas nós somos um pouco “mimimi” (meu namorado que o diga). Mas sabemos que há mulheres que poderiam (se fossem bem autocríticas) usar a palavra “mimimi” para responder em um questionário de emprego ao item “principal característica”.
Apesar de si…

Caímos numa cilada!

Há poucos dias, li um texto que foi um legítimo chute no traseiro. Falava do quanto nossa geração está perdida, achando o máximo trabalhar no que gosta, em uma empresa com um ambiente bem bacana para encher os olhos, e repleta de benefícios paliativos para disfarçar a falta de um plano de carreira e de uma remuneração justa para seus funcionários. Algo tão óbvio tal qual uma mosca chata pousando no nosso nariz e a gente incapaz de matá-la. Pois bem, durante a leitura olhei para a minha vida e para a vida das pessoas que me cercam e me dei conta do quanto isso é verdade.

A gente ganhou a liberdade de fazer o que ama, mas depois, como bem dizia a canção do Molejo, descobrimos que “não era amor, era cilada”. Batemos o pé porque queríamos ser das Humanas. Queríamos ser jornalistas, designers, publicitários, relações públicas, artistas e etc. E fomos. Mas caímos numa armadilha ao nos iludirmos pensando que um dia iríamos ser valorizados. Ao contrário, viramos escravos do nosso próprio “amo…

Homens, de que lado vocês estão?

Volta e meia testemunho pais orgulhosos de suas filhas enobrecendo-as em alto e bom som para os amigos. Quando pequena, tão esperta. Adolescente, a mais inteligente da turma. Na faculdade, já estava empregada. Formada, uma mulher feita com uma carreira em ascensão. “Ah, a minha filha passou na faculdade pública, cursou Direito, foi aprovada de cara na OAB e logo depois num concurso público, e hoje tem sua casa, seu carro e seu marido (mas não depende financeiramente dele)”. Aí me questiono: se os pais se orgulham tanto das mulheres que suas filhas se tornaram, eles não deveriam estar mais atentos à causa feminista? Não sabem eles que para suas filhas chegarem aonde chegaram elas precisaram provar sua competência trilhando um caminho bem mais acidentado do que os homens percorrem? Não sabem que, mesmo diante das conquistas, lutam diariamente para terem o mesmo reconhecimento profissional e financeiro dos homens no seu dia a dia?
Creio eu que grande parte dos pais, se não a maioria, sonh…

Não basta ser educado, é preciso ser gentil

Crescemos aprendendo a ser educados, ou seja, a utilizar as palavras mágicas licença, por favor, obrigado e desculpa (ou ao menos é o que deveria acontecer). Muitos usam as tais palavrinhas no modo automático, mas elas perdem todo o valor devido à maneira arrogante e fria com a qual são usadas. Isso porque junto delas não há uma atitude gentil. E é aí que eu queria chegar. Como diz o título deste texto, não basta ser educado, é preciso ser gentil. 
Falar por favor, obrigado ou desculpa com cara de bunda não é gentil, assim como estar em um ônibus ou em um lugar cheio e pedir licença já empurrando quem está na frente também não é. Ser educado só pra cumprir o protocolo porque você aprendeu isso na teoria não significa que você aprendeu algo sobre humanidade. Além disso, ainda podemos citar as pessoas que não dão bom dia nem pros colegas de trabalho que veem todos os dias, que dirá pros vizinhos, pro motorista do ônibus, ou para um desconhecido na rua. 

Sabe, eu posso estar cheia de probl…

Leitura e Sucesso

Olha que bacana esse textinho que achei.

10 razões que mostram que pessoas que leem muito têm mais chances de ser bem-sucedidas

1. Têm um foco elevado
2. Definem metas
3. Passam o tempo com sabedoria
4. Têm perspectiva
5. São reflexivas
6. Têm incríveis habilidades de fala e escrita
7. Têm uma memória bem desenvolvida
8. Se mantém atualizadas
9. São educadas e informadas
10. Leem para relaxar

Leia na íntegra aqui.

O que as mulheres precisam aprender com os homens no trabalho

Sabemos do potencial das mulheres e do quanto merecem conquistar seu espaço no mercado de trabalho. Inclusive, meu papel como mulher que dá o sangue no trabalho é defender o nosso talento e o quanto fazemos a diferença numa empresa. Somos criativas, inteligentes, ousadas, organizadas e etc. Contudo, também podemos ser uma pedra no sapato, prejudicando a produtividade de uma organização. Sou mulher e, portanto, tenho permissão para falar “mal” de mulher também. Por isso, posso dizer que, assim como somamos no trabalho, também podemos subtrair. E este texto nada mais é que um convite à reflexão e à humildade. A partir dele, espero que a gente se observe mais e peça licença ao nosso orgulho feminino para reconhecer que os homens têm muito a nos ensinar também. Mas atenção, aviso aos críticos, este texto é uma generalização. Sendo assim, se você não aceita isso, melhor parar de ler por aqui.
Desde que comecei a trabalhar, aos meus 17 anos, percebi minha tendência a preferir trabalhar com h…